domingo, 20 de dezembro de 2009

Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais

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Segundo a análise da empresa ZenithOptimedia, em 2015 a internet deve se tornar o segundo maior meio de investimento publicitário em todo o mundo.

De acordo com o Portal Imprensa, o estudo mostrou que a crise econômica aumentou o ritmo nas mudanças das verbas de mídia tradicional para a web, que se tornou mais atrativa devido à seu retorno mais rápido, em relação a outras mídias.

No Brasil

Dados do Projeto Inter-Meios apontam que, em 2009, a participação dos jornais foi de 25,99% e da internet foi de 10,93% ao que se refere ao faturamento direto. Já no percentual total de participação, que inclui classificados, coluna larga, faturamento agência (jornais) e faturamento permuta e outros (internet), a primeira mídia ficou com 14,66% e a segunda com 4,15%.

Em 2010, a Zenith afirma que a procura por publicidade na internet deve aumentar 9,5% e alcançará 12% em 2011. Segundo o Paid Content, esse índice vai chegar a 13% em 2012.

Fonte: Adnews
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Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo

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Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa ComScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.

A empresa, especializada em medições sobre tráfico e comércio na web, através de um comunicado, informou também que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados.

Outros 11% dos consumidores afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o resto dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.

"As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano", indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da ComScore no comunicado. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.

Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.

Fonte: Terra Espanha

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Você recebe um salário justo?

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Conhecer os valores praticados pelo mercado e saber negociar no momento da contratação são etapas importantes para conseguir uma boa remuneração

Que seu salário poderia ser maior você provavelmente não discorda. Todos, a saber, gostariam de ganhar mais. Mas o seu salário é justo? Mensurar a “justiça” de uma remuneração não é tarefa simples, porque significa contabilizar inúmeras variáveis, muitas delas subjetivas. Vale a pena ganhar menos hoje, mas trabalhar numa empresa com um plano de carreira mais consistente? Ganhar mais e trabalhar mais horas? Ganhar menos e morar numa cidade com melhor qualidade de vida? São muitos os dilemas e a melhor escolha muitas vezes depende das preferências de cada um.

Para analistas de recursos humanos e consultores de carreira ouvidos pela Gazeta do Povo, porém, independentemente da área profissional e do plano de carreira que se pretende seguir, é importante saber se a remuneração está de acordo com as práticas de mercado.
No Paraná, por exemplo, o salário mínimo regional é o maior do país. Varia de R$ 605,52 a R$ 629,65, cerca de 32% a mais do que a média nacional. A diferença para mais, porém, não se aplica a todas as profissões, como explica a consultora de carreiras Michelle Thomé: “São Paulo, por exemplo. É o centro cultural e econômico do país. Aparentemente, a educação e o acesso ao conhecimento são melhores. Isso é agregado à imagem do profissional e essa imagem custa caro”. Por outro lado, ela diz que é um mito acreditar que os salários em cidades maiores também são maiores. “Dizem que em lugares com o custo de vida mais alto as pessoas ganham mais, mas o que eu tenho visto são pessoas que ganham o mesmo que se ganha por aqui.”

Para o coach executivo e de equipes Carlos Cruz, uma das etapas mais importantes na busca por um bom salário é o momento da contratação. Durante a entrevista de emprego, segundo ele, as empresas costumam testar a capacidade do candidato de negociar o quanto quer ganhar e, geralmente, tentarão forçar a quantia para baixo. “Todo mundo fica inseguro na hora de falar de dinheiro. Mas o melhor é dizer qual é a pretensão, deixar a expectativa bem clara. Por isso é importante conhecer a demanda, porque o profissional pode acabar jogando uma oportunidade fora.”

Os recrutadores também querem saber, além de quanto o candidato quer ganhar, sua capacidade de produção. Cruz reforça a necessidade de conhecer as tabelas de referência de salários, mas também o que se pode oferecer ao empregador. Para ele, “as pessoas costumavam ganhar como mensalistas, mas isso está mudando nos últimos anos. O que vale agora são os resultados. A empresa tem de ser tratada como um cliente”.

Escolhas

Thiago Moreira Santos, de 20 anos, tomou recentemente uma decisão incomum. Largou um salário melhor, num banco, por um cargo com menor remuneração, mas ligado à sua área de estudo.“Quando entrei no banco eu já tinha começado a faculdade de comércio exterior e fiz uma meta para trabalhar na minha área quando chegasse à metade do curso”, afirma. Segundo ele, a decisão de ter uma queda na renda agora se justificará com os ganhos no futuro. “Não que o salário não seja importante, mas é uma construção. Vai ser um recomeço. Às vezes é necessário perder para ganhar”, justifica.

Quando é necessário mudar de trajetória

A publicitária Dana Krasa é um bom exemplo de profissional que não se conformou com um salário abaixo da média. Há 12 anos ela mudou de ramo e entrou para o mercado de modelos. “Foi um momento difícil de adaptação, mas logo eu peguei o jeito”, diz. Ela ganhava um valor “bem próximo do mínimo da época” (em torno de R$ 200).

Entre as tarefas atribuídas a Dana estava a negociação de casting com agências de São Paulo. Após pesquisas, a publicitária descobriu uma diferença importante entre o mercado em Curitiba e o da capital paulista. Lá, o agenciador recebia uma comissão de 20% por contrato fechado. Dana consultou a chefia em Curitiba para implementar a mesma cobrança aqui, mas, segundo a empresa, o esquema já havia sido experimentado, sem sucesso. O chefe disse: “Se você conseguir, pode ficar com o dinheiro”. Em poucos meses, o salário de Dana aumentou quase cinco vezes.

O problema foi que as atribuições de Dana eram maiores do que o tempo que ela tinha disponível para realizá-las. Como a agência se negava a contratar novos funcionários, Dana passou a destinar parte da comissão para “terceirizar” suas tarefas. “Eu não podia fazer todo o serviço sozinha. Então tive que abrir mão de metade da comissão.”

Ela passou então a empreender novos negócios, como parcerias com agências menores, mas considerou os valores que estava ganhando muito baixos. Dana pediu demissão e logo depois foi contratada pela matriz da empresa em São Paulo. “Não foi só a questão do dinheiro, havia outros problemas de gestão, mas [em São Paulo] eu ganhava o fixo, que era o mesmo valor de tudo que eu ganhava aqui, mais a comissão.”



Fonte: Gazeta do Povo

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Tijolos fora de padrão rendem autuações

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Comprar tijolos de diferentes fornecedores pode resultar em uma bela dor de cabeça para o construtor. É que, em operação para verificar irregularidades em materiais de construção, técnicos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná (Ipem-PR) detectaram uma grande incidência de tijolos com medidas fora dos padrões, que levaram a 125 autuações.

O problema pode resultar em aumento nos gastos das construções, já que eventuais correções nos desníveis das paredes acabam sendo feitas na hora do reboco, cujo custo é maior.

De acordo com o gerente de Pré-medidos do Ipem-PR, Sergio Camargo, o número de autuações é significativamente maior que no ano passado. Em 2008, foram apenas 60. Ele explica que boa parte do problema se deve ao fato da maioria dos fornecedores fabricar os produtos de forma artesanal.

“Isso não quer dizer que entre grandes fabricantes não encontramos irregularidades”, alerta. Para ele, muitas irregularidades decorrem de falhas no processo de queima, que não difere muito de acordo com o tamanho da olaria.

Conforme o relatório do Ipem-PR, foram realizadas medições em 848 itens nos locais de revenda, e 163 em laboratórios do órgão. Como resultado, foram lavrados 91 autos de infração porque os produtos não tinham as medidas indicadas neles próprios, e 34 porque foram encontrados itens fora dos padrões determinados pelo Inmetro, ou que não apresentavam nenhuma indicação de suas dimensões.

Segundo Camargo, às vezes as diferenças de medidas ocorrem até em amostras do mesmo fabricante. Ele explica que, para uma irregularidade ser constatada, mais de duas amostras, em um total de 13, devem apresentar diferenças acima da tolerância, que é de 0,3 centímetros, para a média das amostras, e 0,5 centímetros, para cada amostra, para mais ou para menos.

As regras para as medidas foram estabelecidas pela portaria 127/2005, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). A operação do Ipem-PR foi realizada em Curitiba e Região Metropolitana, Maringá, Londrina, Cascavel e Guarapuava.

Os trabalhos começaram em outubro e terminaram em novembro. Cerca de 80 estabelecimentos comerciais e olarias foram fiscalizados. Camargo conta que operações no setor de construção são feitas anualmente, em todo o País, por determinação do Inmetro. “Existe um alto índice de irregularidades [no setor]”, afirma.

O gerente do Ipem-PR afirma, ainda, que outros aspectos dos tijolos, como a resistência das peças, também foram testados, mas as amostras foram aprovadas.

Outros tipos de materiais, como cimento, cal, argamassa, rejuntes, areia empacotada, pregos, pisos cerâmicos e azulejos, também foram verificados, mas o órgão afirma que encontrou poucos problemas. O motivo é o processo de fabricação dos itens, mais industrializado.

As empresas autuadas por irregularidades terão, agora, prazo de 10 dias para apresentarem defesa prévia ao Ipem-PR. As penalidades podem ir de simples advertências até multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão o valor leva em conta fatores como a gravidade do problema, a quantidade de unidades irregulares encontradas, a reincidência e o porte da empresa.



Fonte: Paraná Online

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Dois anos após estreia, consumidor ainda confunde TV digital com TV por paga

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Por: Equipe InfoMoney
02/12/09 - 09h17
InfoMoney


SÃO PAULO - A TV Digital faz dois anos nesta quarta-feira (2). A tecnologia, que leva sinal de televisão com qualidade de imagem e som nunca imaginadas no sinal analógico, estreou no dia 2 de dezembro de 2007 e tem se espalhado pelas principais cidades do Brasil.

Segundo os dados do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD), nesse período, foram vendidos cerca de dois milhões de receptores do sinal digital de televisão no País - o que inclui conversores para aparelhos de TV e computadores, televisores com conversor embutido e celulares.

"Consideramos a adoção e implantação da TV Digital no Brasil um case de sucesso. Temos em dois anos uma cobertura que ultrapassa 60 milhões de habitantes, em 26 regiões metropolitanas", declarou a coordenadora do módulo de promoção do Fórum SBTVD, Liliana Nakonechnyj.

TV digital versus TV paga
O Fórum pretende, em janeiro, iniciar uma campanha para explicar ao consumidor exatamente o que é TV digital pois, segundo a coordenadora do Fórum, há muita confusão com serviços de TV por assinatura.

"Como as TVs por assinatura foram as que iniciaram a digitalização, muitos consumidores acham que têm de pagar para ter TV Digital", explica Liliana. "Mas a televisão é gratuita, está disponível para qualquer um que tenha um receptor e não precisa pagar nenhuma mensalidade por isso", afirma.

Liliana conta que o principal foco da campanha de conscientização será em como as pessoas podem se beneficiar da TV digital, obtendo som e imagem de alta qualidade de forma gratuita, além de ter acesso a aplicativos de interatividade que devem estrear oficialmente com os jogos da Copa do Mundo de 2010.

Preço versus popularização
Liliana afirma que os preços dos aparelhos receptores tiveram redução significativa ao longo desses dois anos. Em alguns casos, os equipamentos caíram a um terço do preço inicialmente praticado. "Assim como todas as novas tecnologias e como ocorreu com o telefone celular, que era super caro, a TV Digital também começou assim. Mas, por ser um sistema muito bom e inovador, os preços estão caindo", disse.

De acordo com Liliana, o último levantamento realizado pelo Fórum mostrou que havia mais de 40 modelos de receptores de sinal digital no mercado. "Essa variedade e capacidade de transmissão de sinal perfeita, junto com a possibilidade de assistir TV em movimento, vão fazer com que a TV Digital tenha muito sucesso entre os brasileiros, que gostam bastante de assistir televisão", disse.

Atualmente, o preço médio de um conversor é R$ 400. Já uma TV LCD de 32 polegadas com conversor embutido custa entre R$ 2 e R$ 3 mil reais.


Fonte: Infomoney

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Carros flex poluem menos

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Ministério do Meio Ambiente muda critérios para avaliar veículos fabricados em 2009. Os mais potentes e a gasolina são os que têm pior desempenho
Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 cm3 a 1.8 cm3. O ranking foi divulgado ontem pelo Minis­­tério do Meio Ambiente. Contém 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados.

Somente os carros com opção pelo etanol tiveram a nota máxima (5), já que a emissão do gás carbônico (CO2) por esse combustível é compensada pela absorção do gás feita pela cana-de-açúcar du­­rante o processo de crescimento. Assim, considera-se que o veículo movido a álcool, um combustível renovável, tem suas emissões neutralizadas, norma criada pelo Pai­­nel Inter­­governamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da Or­­ga­­nização das Nações Unidas (ONU).

A Nota Verde, instrumento de avaliação criado pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), sofreu algumas alterações, desde que foi usada pela primeira vez em setembro, para medir as emissões de poluentes dos carros fabricados em 2008. A nova versão, além de medir as emissões de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (NMHC) e óxidos de nitrogênio (NOX) – que causam a poluição do ar –, também mediu as emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

Durante a primeira avaliação, havia outro instrumento apenas pa­­ra medir as emissões de CO2, o que gerou confusão entre os consumidores. Enquanto a Nota Verde revelava que os carros movidos a álcool emitiam mais gases poluentes, o indicador de CO2 mostrava que os carros com motor a gasolina contribuíam mais para o aquecimento global. Agora, uma única avaliação é capaz de indicar os carros mais eficientes e que causam menos impacto.

Outra mudança implementada ao modelo de avaliação foi a substituição das notas numéricas por estrelas – de uma a cinco, conceito muito usado pela hotelaria e por outros serviços. “As notas numéricas eram muito difíceis para o consumidor entender. O conceito de cinco estrelas já é bastante difundido e também possibilitou que unificássemos as duas avaliações – a dos gases poluentes e de efeito estufa”, explica o coordenador do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve/Ibama), Paulo Macedo.

Das cinco estrelas, três são relati­­vas aos gases poluentes e duas ao gás carbônico. “Ganham três es­­trelas os modelos que apresentam poluentes abaixo de 60% do limite estabelecido pela legislação. Os veículos que apresentam emissões entre 60% e 80% recebem duas estrelas, já os modelos que es­­tão no limite máximo de 80% ga­­nham uma estrela”, explica Macedo.

As outras duas estrelas são referentes às emissões de CO2. Todos os carros com motor flex recebem automaticamente uma estrela porque o etanol é um combustível vegetal e renovável. As próprias plantações de cana de açúcar capturam o carbono da atmosfera, zerando a emissão. Já a segunda estrela é recebida por carros que são eficientes energeticamente, ou seja, seus motores queimam menos combustível. Nenhum carro movido a gasolina recebeu cinco estrelas. Entre os carros que recebem a nota máxima estão o Fiat Idea Adventure, da Fiat, e o Spacefox Route, da Volkswagen. Os 20 carros que receberam nota mínima são movidos a gasolina. Nenhum veículo recebeu nota zero porque todos cumprem a nova legislação, que entrou em vigor em janeiro deste ano.

Serviço:

Para acessar a lista completa de carros, acesse www.mma.gov.br.



Fonte: Gazeta do Povo / Agência Estado

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